Isabel Rio Novo e Paulo M. Morais

  12 jul. 2024 | 21:30
  Biblioteca Pública Municipal de Gaia


Literatura

 

Para a 4ª sessão do "Palavras são Raízes", Marta Pais Oliveira propõe uma sessão dupla, convidando os escritores Isabel Rio Novo e Paulo M. Morais para conversarem sobre a arte da biografia, da ficção e da não-ficção. Que diferentes formas pode tomar a palavra?

Isabel Rio Novo nasceu no Porto em 1972, onde fez um mestrado em história da cultura portuguesa e doutoramento em literatura comparada. É professora de escrita criativa, estudos literários e história da arte. É autora da narrativa fantástica O Diabo Tranquilo (2004), da novela A Caridade (2005, Prémio Literário Manuel Teixeira Gomes), do livro de contos Histórias com Santos (2014) e dos romances Rio do Esquecimento (2016, finalista do Prémio LeYa e semifinalista do Prémio Oceanos), A Febre das Almas Sensíveis (2018, finalista do Prémio LeYa), Rua de Paris em Dia de Chuva (2020, finalista do Prémio Europeu de Literatura e do Prémio de Narrativa do PEN Clube) e Madalena (2022, Prémio Literário João Gaspar Simões). Em 2019, publicou O Poço e a Estrada, uma biografia de Agustina Bessa-Luís, e acaba de lançar Fortuna, Caso, Tempo e Sorte, biografia de Luís Vaz de Camões.

Paulo M. Morais nasceu em Lisboa, em 1972, onde se licenciou em Comunicação Social. Trabalhou na imprensa online e em papel, especializando-se nas áreas do cinema, da gastronomia e das viagens. Depois de uma volta ao mundo, dedicou-se à tradução, edição e escrita de conteúdos.
Estreou-se no romance com Revolução Paraíso (2013). Seguiram-se Seja Feita a Tua Vontade (2017, finalista do Prémio LeYa) e Pratas Conquistador (2019), ambos integrados no Plano Nacional de Leitura. Em 2022, em coautoria com Pedro Lopes, adaptou para livro a premiada série televisiva Glória. Na área da não-ficção, publicou Uma Parte Errada de Mim (2016) e Voltemos à Escola (2017). Tem ainda um livro infantil: A Aldeia Verde e Vermelha (2020). O seu romance mais recente, A Boneca Despida (2023), escrito com o apoio de uma Bolsa de Criação Literária da DGLAB, foi finalista do Prémio LeYa 2022.

As conversas "Palavras são Raízes" têm curadoria de Marta Pais Oliveira, que convoca autores a partilharem as suas influências e criações, na Biblioteca Pública Municipal de Gaia. Espaço e tempo ampliam-se para pensar a força e a liberdade da palavra: que revoluções abrem a leitura e a escrita? Da ficção à poesia, do teatro à música, a raiz da palavra – como quem procura água – crescerá em múltiplas direções.

Pelo "Palavras são Raízes" já passaram João Reis, Filipa Leal e Luca Argel.

Mais informações através do e-mail [email protected] ou Tlf. 223 745 670.

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